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sábado, 29 de março de 2014
Lendo, Escrevendo e Jogando: é assim que se aprende Língua Portuguesa!
Lendo, Escrevendo e Jogando: é assim que se aprende
Língua Portuguesa!
2.
Objetivos
F incluir os jogos e as
brincadeiras nas aulas de Língua Portuguesa (LP);
F
promover
práticas de leitura através dos gêneros textuais “narrar” e “relatar”;
F levar os professores
à reflexão sobre uma prática fundamentada na transdisciplinaridade¹.
3.
Participantes
Alunos do 7º. ano E, da EE “Dr.
Silvio de Carvalho Pinto Junior”, da cidade de Bragança Paulista-SP; grupo
gestor e professores de LP e Arte.
4.
Desenvolvimento
1ª. Fase: exploração dos gêneros textuais
“narrar” e “relatar”. Retomada dos conceitos de estruturação do “jornal” para contextualizar
o aluno na situação de aprendizagem.
2ª. Fase: intertextualidade, e
leituras em voz alta, desenvolvendo a oralidade, através das características do
gênero “relatar”, com revistas e jornais.
3ª. Fase: criação de uma HQ em duplas,
a partir da escolha de uma notícia do jornal. Trabalhos com leitura e a
interpretação de textos, pois o aluno somente reproduzirá em HQ, a notícia compreendida
e interpretada.
4ª. Fase: criação de um jogo ou
brincadeira, a partir da HQ, feito manualmente, por exemplo: jogo de memórias, quebra-cabeças,
tabuleiro, etc. Poderão também encenar e dramatizar a HQ, com a colaboração da
professora de Arte da sala.
Serão necessários
materiais de papelaria diversos fornecidos pela escola. As atividades deverão ser
realizadas durante o 2º Bimestre.
Fase Final: Apresentação para toda
comunidade escolar.
Avaliação: Dar o feedback das
atividades realizadas. E realização da auto avaliação, que permitirá identificar
possíveis adequações e adaptações a serem realizadas.
5.
Resultados
Espera-se:
F
Compreensão
da diferença dos gêneros textuais “narrar” e “relatar”.
F
Maior
atuação dos professores nas ações da escola voltadas à construção de uma
cultura inclusiva.
1 - A transdisciplinaridade procura estimular uma nova compreensão
da realidade articulando elementos que passam entre, além e através das
disciplinas (Rocha Filho, 2007).
sábado, 22 de março de 2014
Os
valores morais são atualmente alvo de muitas discussões, e a educação moral desempenha
hoje um papel fundamental na formação das crianças e dos jovens, tendo como
objetivo central a construção de uma sociedade democrática. A escola, assim
como a família (onde se dá o primeiro contato que permite esse desenvolvimento)
tem papel fundamental no desenvolvimento da moralidade, e o professor
consequentemente assume um destaque importante nessa formação. Dessa forma, para desenvolver um espírito critico a fim de garantir o respeito às diferenças e à diversidade, cabe-nos compreender melhor a educação enquanto uma prática social, na qual os sujeitos estão intimamente envolvidos, ou seja, como um processo no qual a aprendizagem é mediada pelas interações ao longo de seu desenvolvimento e da constituição de sua moral. Nessa perspectiva, a escola não pode ficar alienada a simples transmissão de conteúdos. É fundamental que ela tenha consciência, de que é detentora de um mundo repleto de valores, regras e que os alunos devem conhecê-lo. Além disso, é preciso que ressignifiquemos o conceito “diversidade”, que muitas vezes se restringem às culturas e aos fatores sócio históricos, existentes e não comuns na sociedade nos dias atuais, como nos lembra Cardoso em seu texto. Por isso, a importância de melhor entender e relacionar a diversidade com a nossa práxis pedagógica no dia-a-dia em sala de aula.
terça-feira, 18 de março de 2014
É fundamental nos nossos dias atuais, pensarmos em
todo o processo educacional como uma transformação. Temos muitos desafios nesse
mundo globalizado, e a escola como agente de suma importância da formação de
crianças e jovens, não pode estar fora dessa transformação.
Assim, a
escola deve propiciar um contexto social para o desenvolvimento dos conteúdos a
priori selecionados. Devemos enquanto profissionais da educação, no cotidiano
da sala de aula promover situações de discussão, de diálogo e de questionamentos,
para que os nossos alunos possam conhecer a si mesmos, e reconhecer o que é “diferente”,
objetivando assim a prevenção e até mesmo a extinção de situações
discriminatórias ou exclusivas.
É preciso rever as nossas práticas metodológicas
continuamente de forma a descontruir o preconceito muitas vezes embutido na
unidade escolar. Por isso, é fundamental que, através da valorização de
diferentes vivências no ambiente escolar, possamos promover o respeito às
diferenças e reconhecer que cada um possui suas peculiaridades, seu modo de
viver e agir, e suas necessidades. E que essas diferenças não podem interferir
na construção de um contexto social, no qual fazemos parte, na busca da
consolidação de uma sociedade justa e democrática
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